quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Atividades de Catequese: Evangelho:Marcos 7,31-37 A Cura Do Surdo mudo

Evangelho do 22º Domingo do Tempo Comum: São Marcos: 7,31-37      Ano Litúrgico: B

Jesus Cura um Surdo mudo
Veja a explicação deste Evangelho
   
 Como  já fora anunciado pelo profeta, Jesus abre os ouvidos daquele homem e sua língua se soltou, e ele que era mudo, voltou a falar fluentemente.
         Aquele homem surdo falava com muita dificuldade. Isso porque o mudo não fala por que não escuta. Pois não escutando, ele não aprendeu a falar.  Nós aprendemos a falar porque desde pequenos escutamos as demais pessoas falando em nossa volta. E todos falavam a nossa língua. Por isso, não vamos ver uma criança francesa falando inglês e uma criança grega falando francês.  Copiamos  a fala que desde cedo escutamos. Mas para isso é preciso que escutemos.
         Do mesmo modo, encontramos hoje muitas pessoas surdas no que se refere à palavra de Deus, pois elas não ouvem desde crianças, ninguém em casa falando de Deus, ou sobre o Evangelho. O que elas escutam?  Palavrões,  xingamentos, desafetos e desamor por parte dos adultos que as cercam, inclusive os seus próprios pais.
         Por outro lado, existe outro tipo de surdez. Nós somos surdos aos queixumes dos nossos irmãos.  A convivência humana é composta de um dar receber. Mas no nosso egoísmo, nós queremos somente receber. Queremos tudo o que temos direito dos nossos familiares e amigos: Queremos que ouçam o que falamos com toda atenção e respeito, queremos  compreensão, amor, carinho, palavras de incentivo, elogios, acolhimento, inclusão, e muito mais. 
         E em troca de tudo isso o que nós damos aos demais? Desatenção, críticas, xingamentos, cara emburrada, indiferença...
         Queremos o amor dos nossos filhos. Porém nós o amamos na teoria e na prática?
         Exigimos o amor dos nossos pais. E nós? O amamos de verdade?
         A esposa reclama o carinho do marido. E ela? Faz a sua parte sem reservas?
         O esposo exige compreensão, fidelidade  e a total entrega de sua esposa a qualquer hora.  E Ele? É totalmente dela em pensamentos, palavras e obras?
         Com os seus amigos você não admite piadinhas, criticas...
         E você? Nunca "tirou um sarrinho" dos seus colegas? Nunca falou mal de ninguém? Nunca colocou apelidos pejorativos  em nenhum deles?
         No campo da sobrevivência também ocorre o mesmo. Uma grande maioria das pessoas, querem ter tudo o que tem direito e muito mais: Muito dinheiro, conforto, prazer, lazer...
         Porém, essas pessoas gostam de planejar um atalho para se completar naquilo que buscam.  E fazem isso através do roubo, da corrupção, da venda de produtos ilegais que destroem a saúde, usando a esperteza, a astúcia, o jogo de influências, e a violência! Ou seja, fazem política.
         A palavra política, significa: A arte ou a maneira de agir para se conseguir alguma coisa. Exemplos: A filha interessada em ganhar um novo celular da hora de presente do seu pai, dias antes do seu aniversário, ela se torna dócil, e carinhosa para com ele.  O patrão, querendo absorver ou sugar mais esforços dos seus empregados com o objetivo de aumentar os lucros, começa a tratá-los de forma mais agradável. O paquerador, com o objetivo de conseguir mais intimidades no relacionamento com sua namorada, passa a tratá-la com muita gentileza, e fingindo não ver nenhum dos seus defeitos. É por isso que muitos dizem que o casamento estraga o relacionamento. Isso porque na convivência diária, começa a vir à tona, os defeitos de cada um. E sem fraternidade, sem amor ao próximo e sem fé, o relacionamento "vai para o brejo!"
         Porém, felizmente existem aqueles como você, que sabem que é dando que se recebe, e primeiro tratam os outros como gostariam que eles o tratem. Há ainda muitas pessoas no mundo que semeia  amor, e colhem amizade e compreensão, e futuramente, a salvação. E muitos buscam a sua sobrevivência pelo modo certo, honesto, e difícil. Por isso esses têm a consciência tranquila do dever cumprido. Existem também bons patrões, que sabem que para se conseguir colaboração dos seus empregados, é preciso também e por sua parte, serem justos com eles.
         Prezadas irmãs e prezados irmãos.  Roguemos ao bom Deus que abra os nossos ouvidos, para que possamos escutar a sua palavra, para que a nossa mudez tenha um fim e assim possamos  também praticá-la, levando-a ao irmão para que ele também não seja surdo e mudo.
Bom domingo, José Salviano.
http://liturgiadiariacomentada2.blogspot.com.br/2015/09/surdos-e-mudos-de-hoje-jose-salviano.html

Atividades de Fé e Amor á Luz do Evangelho!
Abraço Fraterno!
Sueli
Catequese Infantil - Pãozinho do Céu Maria

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